O sopro dos barcos coloridos

by - fevereiro 16, 2013

barco-colorido Hoje topei mais uma aventura daquelas. Cheio de adrenalinas, sensação de várias borboletas no estômago. Uma delícia. Senti a brisa do mar. O vento me proporcionava felicidade e dava ideia de liberdade. Eu construí ideias fantásticas: desde a criação de palavras até o meu futuro. Eu sempre fui dessas de anotar sonhos nos papeis e deixá-los bem guardadinhos. Eu prometi a mim mesma que só me deixaria ser para alguém de verdade. E, cá pra nós, está difícil encontrar alguém assim. Mas não me importo. Eu espero o tempo que for. Fiz um pacto com o relógio: só topo aquela saída mais maluca quando ele chegar. Mesmo que seja com uma calça jeans meio rasgada. Um óculos meio manchado por conta do vento da praia. Deixei meu all star em cima da sua camisa quando estávamos navegando. Seria capaz de você brigar mil vezes por fazer isso, mas eu saberia que seria só brincadeira. Sempre nos tratamos tão bem. Você todo brincalhão e carinhoso comigo, eu saberia que seria assim. Eu te empurrava contra as ondas e você logo se molhava. Se gostava ou não, você sorria. E pra mim isso bastava. Eu poderia dizer que aquele local estava pequeno demais pra nós dois. Mas não. Todo lugar caberíamos juntos. Não queríamos mais nada. Só eu e você assim juntos. Porque nós nos bastávamos. Sou meio confusa mesmo: um pouco de presente, cheio de ideias do futuro baseadas no passado. O barco que aqui está hoje foi construída devagarzinho com um pouco da confusão passada. Aprenda: se os sofrimentos não tivessem sido passado, não haveriam lições. Soprei. Soprei novamente. Vai, barquinho, quero que você leve minha história e carregue meus ombros. Não vou cair. Estou inteira de felicidade. Leve-o para alguém que necessite da sua luz e brilho. Porque o amor se faz disso mesmo. post-feito-karine-clessia

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